da Folha Online
O ator Oscar Filho, que integra o humorístico "CQC" (Band), traz aos palcos de São Paulo seu stand-up "Putz Grill", que estreia neste fim de semana. O artista havia viajado pelo país com o espetáculo por dois anos e agora vive a expectativa de apresentá-lo ao público paulistano que, segundo ele, "é mais crítico".
Em entrevista à Folha Online, Oscar falou sobre as novidades do "CQC", que volta das férias nesta segunda-feira (15). Além disso, confessou estar "um pouco cansado" de seguir as celebridades nas reportagens do programa.
FONTE: FOLHA ONLINE http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u705580.shtml
sexta-feira, 12 de março de 2010
Oscar Filho, do CQC, tenta "enganar" São Paulo
O humorista e repórter do programa CQC estreia temporada de shows solo no Teatro Frei Caneca no sábado (13/3)
por Bruna Borges - 12/03/2010 - 16:56

A carreira é relativamente curta. Mas Oscar Filho já anuncia seu best of. Conhecido como um dos humoristas do programa CQC, ele estreia espetáculo de stand-up no sábado (13). Putz Grill é uma coletânea dos melhores textos criados pelo comediante nos últimos cinco anos. Com pouco mais de uma hora de duração, trata de temas como relacionamentos, saúde, televisão, cinema e vida animal. Repertório tão variados que fizeram a repórter temer ser alvo de alguma piada – o que não aconteceu. Atencioso, em entrevista a Época São Paulo, ele conta como a vaia pode ser útil, comenta os ataques que recebe no Twitter e como deixou de encenar textos de Nelson Rodrigues para fazer humor.
Por que se apresentar na cidade só agora?
Gosto muito de viajar, sou curioso, mesmo que não dê tempo de passear muito. E em São Paulo estou em cartaz desde 2005, com o Clube da Comédia. E eu queria levar meus textos e explorar esse humor no Nordeste. A região tem um humor próprio.
Você precisou adaptar seu trabalho?
Belém foi o primeiro lugar, eu estava tremendo. ‘Que será que vai rolar? Será que eles vão gostar?’ Mas foi muito bem. Em Mossoró também, porque fui vaiado pela primeira vez. Durante o show as pessoas sempre fazem uma gracinha para aparecer. Quem faz stand up está acostumado e, para que isso não atrapalhe o show, faz piada em cima e vai em frente. E o que aconteceu foi diferente. Fiz uma piada e só uma menina aplaudiu com força, empolgada. Daí, falei: ‘Ah, se ferrou, aplaudiu sozinha’. Continuei e um cara começou a bater palma para me sacanear. Ele não parava. Eu disse: ‘Você está atrapalhando. Se quiser fazer o show, vem pra cá!’. E a galera vaiou. Disseram que tudo bem se o cara continuasse. Então, cada um seguiu com seu show (risos). Já houve ocasiões em que as pessoas riram e aplaudiram em momentos que eu não esperava. Mas é legal, essas surpresas enriquecem, dão jogo de cintura para lidar com qualquer tipo de público.
Como um ator que representava textos de Nelson Rodrigues foi fazer comédia?
Eu fazia teatro em Atibaia desde os 13 anos e achava que na TV só tinha novela para trabalhar como ator. Quando mudei para São Paulo, vi que havia um milhão de possibilidades. Eu tinha a tendência a ser o engraçadinho da turma e aos poucos fui investindo no humor, dava certo. Em 2005, o Rafinha Bastos me chamou para começar o Clube da Comédia. Mesmo sem saber bem como funcionava, topei.
E como foi?
Fiz muito papel de mulher. Tinha de chegar duas horas antes, me maquiar e passar por uma longa preparação. É desgastante. O stand up é uma coisa mais solitária. O texto deve compensar a ausência de cenário e outros elementos. O que torna o stand up, apesar de simples, um tipo de humor complicado.
Você tem feito algo diferente, além de comédia?
Por causa do CQC, não dá tempo. Estou tentando fazer um curta metragem. É uma adaptação de Fábio Torres de um conto de Luiz Vilela. Acho que dentro de um mês vamos começar a trabalhar.
Como você foi parar no CQC?
A gente filmava as apresentações do Clube da Comédia e colocava os vídeos no YouTube – e eles tinham muitos acessos. Um diretor argentino procurava bons humoristas na internet para formar equipe do CQC...
Como é atuar como repórter?
Nunca fui jornalista. Entrei nessa por ser humorista. Meu diretor disse: ‘Pega esse microfone e vai’. O teste para o CQC foi na Argentina, eu mal entendia o que eles pediam e tive que me virar. Aos poucos desenvolvi algumas técnicas que não são de jornalista, mas funcionam. Sou muito expansivo, faço caretas e isso contribui. Toda pauta tem um assunto inicial, mas pode mudar completamente.
Você tem mais de 300 mil seguidores no twitter. Consegue ler tudo que enviam?
Comecei a filtrar. Nem sempre as pessoas interpretam a piada como tal e atacam com muita violência. Quem lê uma piada e não acha graça, deve seguir a própria vida. As pessoas levam muito a sério. Leio com mais atenção quem comenta no meu blog.
Você publica contos lá...
Sempre escrevi, mas guardava. Resolvi colocar no blog e parece que gostaram. É mais um lugar para me expressar.
O que você espera do publico com o novo espetáculo?
Estou com pouco de receio. Divido atenção com mais três pessoas no Clube da Comédia, é mais fácil. Em Putz Grill estou sozinho. O público de São Paulo é o mais exigente do Brasil. Ele tem acesso a muita coisa, muitas peças, muitos filmes. É um pessoal que tem uma noção maior do que é um espetáculo, do que a arte pode oferecer. Vamos ver até quando vou enganar esse pessoal...
Putz Grill... Teatro Shopping Frei Caneca. Rua Frei Caneca, 569. Sábado, 23h59. R$ 50 (Inteira) e R$ 25 (meia). Informações: 3472-2229 / 3472-2230. www.putzgrill.com.br
FONTE: ÉPOCA São Paulo http://revistaepocasp.globo.com/Revista/Epoca/SP/0,,EMI126745-15643,00-OSCAR+FILHO+DO+CQC+TENTA+ENGANAR+SAO+PAULO.html
por Bruna Borges - 12/03/2010 - 16:56

A carreira é relativamente curta. Mas Oscar Filho já anuncia seu best of. Conhecido como um dos humoristas do programa CQC, ele estreia espetáculo de stand-up no sábado (13). Putz Grill é uma coletânea dos melhores textos criados pelo comediante nos últimos cinco anos. Com pouco mais de uma hora de duração, trata de temas como relacionamentos, saúde, televisão, cinema e vida animal. Repertório tão variados que fizeram a repórter temer ser alvo de alguma piada – o que não aconteceu. Atencioso, em entrevista a Época São Paulo, ele conta como a vaia pode ser útil, comenta os ataques que recebe no Twitter e como deixou de encenar textos de Nelson Rodrigues para fazer humor.
Por que se apresentar na cidade só agora?
Gosto muito de viajar, sou curioso, mesmo que não dê tempo de passear muito. E em São Paulo estou em cartaz desde 2005, com o Clube da Comédia. E eu queria levar meus textos e explorar esse humor no Nordeste. A região tem um humor próprio.
Você precisou adaptar seu trabalho?
Belém foi o primeiro lugar, eu estava tremendo. ‘Que será que vai rolar? Será que eles vão gostar?’ Mas foi muito bem. Em Mossoró também, porque fui vaiado pela primeira vez. Durante o show as pessoas sempre fazem uma gracinha para aparecer. Quem faz stand up está acostumado e, para que isso não atrapalhe o show, faz piada em cima e vai em frente. E o que aconteceu foi diferente. Fiz uma piada e só uma menina aplaudiu com força, empolgada. Daí, falei: ‘Ah, se ferrou, aplaudiu sozinha’. Continuei e um cara começou a bater palma para me sacanear. Ele não parava. Eu disse: ‘Você está atrapalhando. Se quiser fazer o show, vem pra cá!’. E a galera vaiou. Disseram que tudo bem se o cara continuasse. Então, cada um seguiu com seu show (risos). Já houve ocasiões em que as pessoas riram e aplaudiram em momentos que eu não esperava. Mas é legal, essas surpresas enriquecem, dão jogo de cintura para lidar com qualquer tipo de público.
Como um ator que representava textos de Nelson Rodrigues foi fazer comédia?
Eu fazia teatro em Atibaia desde os 13 anos e achava que na TV só tinha novela para trabalhar como ator. Quando mudei para São Paulo, vi que havia um milhão de possibilidades. Eu tinha a tendência a ser o engraçadinho da turma e aos poucos fui investindo no humor, dava certo. Em 2005, o Rafinha Bastos me chamou para começar o Clube da Comédia. Mesmo sem saber bem como funcionava, topei.
E como foi?
Fiz muito papel de mulher. Tinha de chegar duas horas antes, me maquiar e passar por uma longa preparação. É desgastante. O stand up é uma coisa mais solitária. O texto deve compensar a ausência de cenário e outros elementos. O que torna o stand up, apesar de simples, um tipo de humor complicado.
Você tem feito algo diferente, além de comédia?
Por causa do CQC, não dá tempo. Estou tentando fazer um curta metragem. É uma adaptação de Fábio Torres de um conto de Luiz Vilela. Acho que dentro de um mês vamos começar a trabalhar.
Como você foi parar no CQC?
A gente filmava as apresentações do Clube da Comédia e colocava os vídeos no YouTube – e eles tinham muitos acessos. Um diretor argentino procurava bons humoristas na internet para formar equipe do CQC...
Como é atuar como repórter?
Nunca fui jornalista. Entrei nessa por ser humorista. Meu diretor disse: ‘Pega esse microfone e vai’. O teste para o CQC foi na Argentina, eu mal entendia o que eles pediam e tive que me virar. Aos poucos desenvolvi algumas técnicas que não são de jornalista, mas funcionam. Sou muito expansivo, faço caretas e isso contribui. Toda pauta tem um assunto inicial, mas pode mudar completamente.
Você tem mais de 300 mil seguidores no twitter. Consegue ler tudo que enviam?
Comecei a filtrar. Nem sempre as pessoas interpretam a piada como tal e atacam com muita violência. Quem lê uma piada e não acha graça, deve seguir a própria vida. As pessoas levam muito a sério. Leio com mais atenção quem comenta no meu blog.
Você publica contos lá...
Sempre escrevi, mas guardava. Resolvi colocar no blog e parece que gostaram. É mais um lugar para me expressar.
O que você espera do publico com o novo espetáculo?
Estou com pouco de receio. Divido atenção com mais três pessoas no Clube da Comédia, é mais fácil. Em Putz Grill estou sozinho. O público de São Paulo é o mais exigente do Brasil. Ele tem acesso a muita coisa, muitas peças, muitos filmes. É um pessoal que tem uma noção maior do que é um espetáculo, do que a arte pode oferecer. Vamos ver até quando vou enganar esse pessoal...
Putz Grill... Teatro Shopping Frei Caneca. Rua Frei Caneca, 569. Sábado, 23h59. R$ 50 (Inteira) e R$ 25 (meia). Informações: 3472-2229 / 3472-2230. www.putzgrill.com.br
FONTE: ÉPOCA São Paulo http://revistaepocasp.globo.com/Revista/Epoca/SP/0,,EMI126745-15643,00-OSCAR+FILHO+DO+CQC+TENTA+ENGANAR+SAO+PAULO.html
quinta-feira, 11 de março de 2010
'CQC' volta com novos quadros
Thiago Mariano


O CQC volta às noites de segunda-feira, na Band, a partir do dia 15, apostando em quadros novos e no atípico ano de 2010, de eleições federais e Copa do Mundo.
Em coletiva de imprensa na segunda-feira, o grupo apresentou-se aos jornalistas como se estivesse entrando no ar. O anfitrião Marcelo Tas fez graça na entrada dos integrantes da equipe.
"O Oscar (Filho) é o cara que mais cresceu no CQC. A gente não percebe, mas ele cresceu. Depois de apanhar tanto, fez curso de luta", brincou. Sobre Mônica Iozzi, emendou: "Ela está disposta a mostrar o mamilo esquerdo em troca de entrevista".
Com cenário novo, todo branco e futurista, eles apresentaram os quadros que estreiam nesta temporada.
Um deles é Trabalho Forçado, com pessoas célebres fazendo trabalhos com os quais não têm a mínima intimidade. Já anteciparam que o senador Eduardo Suplicy se passará por garçom e a vereadora Soninha Francine trabalhará como depiladora.
Cidadão em Ação, apresentado por Danilo Gentili, coloca em xeque, através de situações embaraçosas, o exercício de cidadania da população.
Luque Responde segue a linha besteirol. O ator responde, por exemplo, a perguntas sobre ‘a existência na biosfera terrestre''.
"Tem uma pressão muito grande dentro da equipe, de tentar manter a criatividade ativa. No primeiro ano éramos novidade. No segundo, reforçamos essas características. Agora, vamos lutar para manter o interesse", disse Tas.
Rafael Cortez e Felipe Andreoli cobrirão a Copa do Mundo, enquanto a equipe inteira, em especial Mônica Iozzi, fará os bastidores das eleições.
FONTE: DIÁRIO DO GRANDE ABC http://www.dgabc.com.br/News/5798297/-cqc-volta-com-novos-quadros.aspx
Em coletiva de imprensa na segunda-feira, o grupo apresentou-se aos jornalistas como se estivesse entrando no ar. O anfitrião Marcelo Tas fez graça na entrada dos integrantes da equipe.
"O Oscar (Filho) é o cara que mais cresceu no CQC. A gente não percebe, mas ele cresceu. Depois de apanhar tanto, fez curso de luta", brincou. Sobre Mônica Iozzi, emendou: "Ela está disposta a mostrar o mamilo esquerdo em troca de entrevista".
Com cenário novo, todo branco e futurista, eles apresentaram os quadros que estreiam nesta temporada.
Um deles é Trabalho Forçado, com pessoas célebres fazendo trabalhos com os quais não têm a mínima intimidade. Já anteciparam que o senador Eduardo Suplicy se passará por garçom e a vereadora Soninha Francine trabalhará como depiladora.
Cidadão em Ação, apresentado por Danilo Gentili, coloca em xeque, através de situações embaraçosas, o exercício de cidadania da população.
Luque Responde segue a linha besteirol. O ator responde, por exemplo, a perguntas sobre ‘a existência na biosfera terrestre''.
"Tem uma pressão muito grande dentro da equipe, de tentar manter a criatividade ativa. No primeiro ano éramos novidade. No segundo, reforçamos essas características. Agora, vamos lutar para manter o interesse", disse Tas.
Rafael Cortez e Felipe Andreoli cobrirão a Copa do Mundo, enquanto a equipe inteira, em especial Mônica Iozzi, fará os bastidores das eleições.
FONTE: DIÁRIO DO GRANDE ABC http://www.dgabc.com.br/News/5798297/-cqc-volta-com-novos-quadros.aspx
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Marcelo Tas: "Privilegiar mais os carros do que gente é a tragédia paulistana"
Apresentador do CQC dá seu parecer sobre o melhor e o pior da cidade
O que é constrangedor para você em São Paulo?
O CQC incomoda muita gente. A ousadia é o segredo do sucesso?
Você também tem uma coleção de gafes pessoais?
Seu Twitter tem mais de 480 mil seguidores. Defina-se em 140 caracteres.
Algo que ninguém saiba sobre você.
Alguma mania sua bem paulistana.
Pizza de quê?
Uma mosca na sua sopa.
Top five paulistano 2009.
O que faria se fosse prefeito?
Um oásis paulistano?
Onde busca “comida afetiva”?
SP tem gosto de quê?
E tem cheiro de quê?
FONTE:ÉPOCA São Paulo http://revistaepocasp.globo.com/Revista/Epoca/SP/0,,EMI118447-16343,00-MARCELO+TAS+PRIVILEGIAR+MAIS+OS+CARROS+DO+QUE+GENTE+E+A+TRAGEDIA+PAULISTANA.html
O que é constrangedor para você em São Paulo?
O desrespeito com o espaço público. O pior mau exemplo vem da própria polícia, que não respeita calçadas, sinais e leis de trânsito. Mesmo sem estar acontecendo emergência alguma.
O CQC incomoda muita gente. A ousadia é o segredo do sucesso?
Sim. A ousadia é o grande segredo do CQC, além de fazer jornalismo com humor. Ambos com igual profissionalismo, carinho e cuidado.
Você também tem uma coleção de gafes pessoais?
Tenho dezenas, senão centenas... No último Dia de Finados, o estúdio do CQC estava muito animado. Numa volta de bloco, eu mandei algo assim: “Que delícia tá isso aqui, parece que todo mundo resolveu comemorar o Dia dos Mortos!”. Foi difícil continuar o programa. Com minha gafe, consegui algo quase impossível: fazer Rafinha Bastos e Marco Luque darem uma gargalhada descontrolada! Quem faz TV ao vivo não pode ter medo de cometer gafes. O público adora quando nós erramos na TV, ao vivo. Acredito que cria-se um alívio com a consciência de que somos todos demasiadamente humanos.
Seu Twitter tem mais de 480 mil seguidores. Defina-se em 140 caracteres.
Eu sou apenas um rapaz latino-americano, sem muito dinheiro no banco e vindo do interior. Valeu, Belchior!
Algo que ninguém saiba sobre você.
Meu primeiro bairro em São Paulo foi a Liberdade. Fazia cursinho e morava numa pensão, dividia quarto com outros três garotos do interior. Parecia o Carandiru. O dono da pensão era um espanhol, gordo e careca, que resolvia os problemas com um taco de beisebol. Foi um período muito didático.
Alguma mania sua bem paulistana.
Lavar o carro no posto.
Pizza de quê?
Meia marguerita, meia calabresa, da Camelo.
Uma mosca na sua sopa.
Música de quinta com volume muito alto.
Top five paulistano 2009.
1. Rodinhas de fumantes pelas calçadas queimando cigarros que não oferecem nada em troca além de problemas para a saúde.
2. Governador Serra de madrugada no Twitter sugerindo música dos Beatles para varar a noite.
3. Rubinho dando xabú em Interlagos.
4. Garota de saia cor-de-rosa atacada pelos energúmenos na Uniban.
5. Apagão bem no dia do meu aniversário (minha primeira festa numa calçada!).
O que faria se fosse prefeito?
Investiria em espaços públicos para pedestres. Quando se sai daqui, percebemos a tragédia paulistana: privilegiar mais os carros que gente. Porto Alegre, Recife e mesmo Rio Branco têm muito a ensinar nesse quesito.
Um oásis paulistano?
Mooca, Freguesia do Ó e a Rua Oscar Freire.
Onde busca “comida afetiva”?
Na Casa do Zezinho, no Jardim Ângela, onde sou voluntário há cinco anos.
SP tem gosto de quê?
De todos os lugares do Brasil e do mundo.
E tem cheiro de quê?
De velocidade.
FONTE:ÉPOCA São Paulo http://revistaepocasp.globo.com/Revista/Epoca/SP/0,,EMI118447-16343,00-MARCELO+TAS+PRIVILEGIAR+MAIS+OS+CARROS+DO+QUE+GENTE+E+A+TRAGEDIA+PAULISTANA.html
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
CQC e Pânico: juntos no carnaval da Bahia
Ceará, Felipe Andreoli e Marco Luque se encontraram em camarote

FONTE: CONTIGO! http://contigo.abril.com.br/noticia/cqc-panico-juntos-carnaval-bahia-533803.shtml
Os humoristas Marco Luque, Ceará e Felipe Andreoli no camarote Skol
Por Redação Online
Concorrência, só nas respectivas emissoras. Na hora da festa, os repórteres-humoristas do CQC, Felipe Andreoli e Marco Luque e Wellington Muniz, o Ceará do Pânico na TV curtiram o mesmo camarote em Salvador.
Sobre a passagem pela capital baiana no carnaval, Andreoli escreveu em seu Twitter: "Eu aprendi a pedir taxi em Salvador. É assim: Aê, aê, aê! Ei, ei, ei! Ô ô ô ô...", brincou, imitando a "clássica" música Verão, da Banda Mel.
A seguir, se despediu: "Finalizando o carná... Até o proximo axé. Acadêmicos do balacobaco: dez!".
Por Redação Online
Concorrência, só nas respectivas emissoras. Na hora da festa, os repórteres-humoristas do CQC, Felipe Andreoli e Marco Luque e Wellington Muniz, o Ceará do Pânico na TV curtiram o mesmo camarote em Salvador.
Sobre a passagem pela capital baiana no carnaval, Andreoli escreveu em seu Twitter: "Eu aprendi a pedir taxi em Salvador. É assim: Aê, aê, aê! Ei, ei, ei! Ô ô ô ô...", brincou, imitando a "clássica" música Verão, da Banda Mel.
A seguir, se despediu: "Finalizando o carná... Até o proximo axé. Acadêmicos do balacobaco: dez!".
FONTE: CONTIGO! http://contigo.abril.com.br/noticia/cqc-panico-juntos-carnaval-bahia-533803.shtml
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Dupla do CQC relaxa na piscina em pleno carnaval soteropolitano

Marco Luque e Cássio Reis conversam, em mais um dia de sol, em Salvador
Antes de cair na folia da noite, Marco Luque e Felipe Andreoli curtem o sol de Salvador
iG São Paulo
Os repórteres do CQC Marco Luque e Felipe Andreoli, que aproveitam o
carnaval de Salvador, passaram toda a tarde dessa segunda-feira (14) na piscina do Hotel Concept, onde estão hospedados desde ontem. Marco Luque veio acompanhado da irmã, Dani Luque.
Cássio Reis e Toni Garrido também estavam na piscina do Hotel Concept aproveitando o verão baiano.
FONTE: IG
http://carnaval.ig.com.br/noticias/salvador/2010/02/15/dupla+do+cqc+relaxa+na+piscina+em+pleno+carnaval+baiano+9398924.html
Antes de cair na folia da noite, Marco Luque e Felipe Andreoli curtem o sol de Salvador
iG São Paulo
Os repórteres do CQC Marco Luque e Felipe Andreoli, que aproveitam o
carnaval de Salvador, passaram toda a tarde dessa segunda-feira (14) na piscina do Hotel Concept, onde estão hospedados desde ontem. Marco Luque veio acompanhado da irmã, Dani Luque.
Cássio Reis e Toni Garrido também estavam na piscina do Hotel Concept aproveitando o verão baiano.
FONTE: IG
http://carnaval.ig.com.br/noticias/salvador/2010/02/15/dupla+do+cqc+relaxa+na+piscina+em+pleno+carnaval+baiano+9398924.html
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Marco Luque do CQC apresenta show em Fortaleza
Depois de Oscar Filho, Danilo Gentili e Rafinha Bastos, mais um integrante do programa CQC irá se apresentar em Fortaleza. Desta vez, quem desembarca na capital cearense é Marco Luque, com o espetáculo Tamo Junto!.
Nos dias 26 e 27 de março, às 20 horas, no Centro de Convenções, o show em formato Stand Up traz o humorista relembrando histórias pessoais e revelando ao público reflexões inusitadas e engraçadas sobre os assuntos do cotidiano.
> Veja trechos do espetáculo Tamo Junto!
Sucesso
Sucesso de público e crítica, Tamo Junto! foi eleito pelo público como melhor comédia Stand Up de 2009 pelo Guia da Folha, do jornal Folha de São Paulo.
O espetáculo ficou em cartaz durante 8 meses de 2009 em São Paulo e viajou por mais 70 cidades em todo o Brasil sempre com sessões lotadas. Mais de 100.000 pessoas já assistiram ao espetáculo.

FONTE: verdesmares.com
Nos dias 26 e 27 de março, às 20 horas, no Centro de Convenções, o show em formato Stand Up traz o humorista relembrando histórias pessoais e revelando ao público reflexões inusitadas e engraçadas sobre os assuntos do cotidiano.
> Veja trechos do espetáculo Tamo Junto!
Sucesso
Sucesso de público e crítica, Tamo Junto! foi eleito pelo público como melhor comédia Stand Up de 2009 pelo Guia da Folha, do jornal Folha de São Paulo.
O espetáculo ficou em cartaz durante 8 meses de 2009 em São Paulo e viajou por mais 70 cidades em todo o Brasil sempre com sessões lotadas. Mais de 100.000 pessoas já assistiram ao espetáculo.
FONTE: verdesmares.com
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