domingo, 23 de maio de 2010

Felipe Andreoli do CQC apresenta o Stand-Up “Que História É Essa?” no TAM


O Teatro Alberto Maranhão (Natal-RN) recebe a irreverência de Felipe Andreoli em seu mais novo Stand-Up que foge da mesmice e adquire um formato de bate papo descontraído.

O comediante interage com a platéia, tirando do baú divertidas histórias da infância, bastidores das emissoras de TV e ainda conta sua trajetória até os dias de hoje, onde é integrante do CQC – Custe o Que Custar, programa de sucesso da TV Bandeirantes. Tudo isso devidamente registrado e ilustrado no fantástico álbum de fotos que é aberto à platéia, trazendo assim uma apresentação interativa e cheia de risadas.

O espetáculo será apenas no dia 23 de Maio, às 18 e 20h30, e os ingressos estarão a venda nas bilheterias do TAM. Para infromações sobre valor ligar no (84) 3222-3669. E para os nossos seguidores no Twitter, o @AgendaDiginet sorteará ingressos para este espetáculo. Fiquem antenados!!


FONTE: DIGINET

sábado, 22 de maio de 2010

"Não tenho tempo e não gosto de fazer social", declara Rafinha Bastos

Imagem: Divulgação/Site Oficial

Imagem: Divulgação/Site Oficial













MAIS: "A Liga": realidade e jornalismo estreiam juntos em programa

Por FAMOSIDADES

SÃO PAULO - Desde que foi descoberto fazendo stand up comedy, Rafinha Bastos simplesmente viu sua carreira despontar na televisão e, também, na Internet. Jornalista formado há 10 anos, o comediante revelou em entrevista ao site "O Globo" que é bastante marrento. "Não tenho tempo e não gosto de fazer social. Não faço TV para ser paparicado. Faço porque é um veículo fascinante. Sempre quis me comunicar com muita gente", declarou.

Bastos confessou que, na verdade, é uma pessoa de poucos, mas bons amigos. "No 'CQC', o Danilo Gentili é o cara mais próximo. E Oscar Filho, com quem trabalho no Clube da Comédia", citou.

Revelando que já negou muitos trabalhos na televisão, afirmou: "Eu sou comediante. Tudo o que faço, seja no 'CQC' ou nas histórias de sexo, tem a minha personalidade. Se acho que o trabalho realmente não combina comigo, não faço. Eu não sou palhaço. Acho divertidíssimo quem é, mas isso não é parte do meu humor. Meu humor tem um pouco mais de sarcasmo e, às vezes, não é tão sutil".

Apresentador tanto do programa "CQC" quanto do "A Liga", ambos na Band, Rafinha comentou que o ritmo de gravações tem exigido bastante dele. "Eu praticamente não durmo mais. Nas últimas semanas, saí do do 'CQC' e fui gravar 'A Liga' na madrugada. As produções dos dois programas já estão tendo que desmembrar a minha madrugada!", brincou.

Mesmo cansado, fazer parte da atração da Cuatro Cabezas - no ar desde o último dia 4 - o tem feito se sentir realizado: "Não quero me limitar a ser um jornalista sério, nem a ser um comediante. Os dois programas não se complementam como tais, mas me completam como profissional".


FONTE: Famosidades

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Marcelo Tas lota faculdade durante palestra em Fortaleza

O jornalista Marcelo Tas lotou a Fanor na noite desta quinta-feira (20), em Fortaleza. Estudantes e profissionais assistiram à palestra do também humorista, engenheiro civil e apresentador do programa Custa o Que Custar, da Rede Bandeirantes. O eterno repórter Ernesto Varela e Professor Tibúrcio falou sobre como tudo mudou desde o nascimento da Internet até os dias de hoje. Com exemplos bem humorados, ganhou a simpatiado público e interagiu bastante com os participantes.

O twitter não poderia ficar de fora dos assuntos abordados e Tas fez uma surpresa. Pela manhã, ele havia perguntado em seu twitter o que tinha de bom e de ruim na capital cearense. Durante a palestra, mostrou as respostas (entre as dicas que recebeu, está para ele evitar, se possível, pegar o Paranjana) e a partir daí falou de interatividade e de como a rede é e poder ser utilizada durante sua atividade profissional. Foto: @ligiamariaa

Outro ponto que surpreendeu o próprio Tas foi ao citar um comentário que ele disse ter mudado o modo de fazer o CQC. Uma menina de 14 anos, na época, escreveu um comentário em seu blog sobre o uso de palavrões no programa. A garota era cearense e estava na palestra. O apresentador se disse feliz em conhecê-la e teve a oportunidade de trocar conhecimento pessoalmente com a menina. Também houve sorteio de livros autografados e coletiva para a imprensa, antes de o evento começar.

O jornalista ganhou uma camisa com seu rosto caricaturado, feita por estudantes do curso de design de moda, e prometeu mostrá-la ao vivo, no CQC, na próxima segunda-feira. Disse também que mandaria o velho “alô” para os cearenses.

Após a palestra, os comentários foram só positivos no twitter:

FONTE: Blog da janga

domingo, 16 de maio de 2010

Rafinha Bastos fala da jornada dupla na TV e diz 'sou cara de poucos amigos'

comediante, que tem que se dividir em dois programas de televisão, diz que se sente feliz pelo trabalho porém também fica exausto.

Joana Dale



SÃO PAULO - Rafinha Bastos sempre relacionou trabalho a prazer. Inclusive quando, bem antes de "CQC" e o novo "A liga" entrarem no ar, o comediante gaúcho deu expediente em uma empresa de telessexo, em São Paulo.

- Era o canal adulto de uma empresa de telefônica. As pessoas ligavam e ouviam histórias e diálogos, de dois minutos. Era engraçado porque a gente gravava roteiros hétero e homossexual. A gente tinha que gemer e dava muita risada. E eu ganhava superbem: R$ 150 por hora. Gravava uma vez por semana, cinco historinhas por dia, e pagava o meu aluguel - lembra Rafinha. - Você tem que ter bom humor para fazer qualquer coisa.

Assista a trecho da entrevista com Rafinha

Ainda no repertório de trabalhos feitos com prazer - e bom humor -, ele vendeu pinheiros de Natal, fez pegadinhas do programa da Luciana Gimenez e trabalhou em um supermercado vendendo camisetas personalizadas.

- Eu sou comediante - ele explica. - Tudo o que faço, seja no "CQC" ou nas histórias de sexo, tem a minha personalidade. Se acho que o trabalho realmente não combina comigo, não faço. Já neguei muita coisa na televisão. Eu não sou palhaço. Acho divertidíssimo quem é, mas isso não é parte do meu humor. Meu humor tem um pouco mais de sarcasmo e, às vezes, não é tão sutil.

Foram exatamente essas características que chamaram a atenção do argentino Diego Barredo, diretor de "CQC" e de "A liga", quando ele decidiu escalar o barbudo para integrar o elenco dos programas da Cuatro Cabezas na Band.

- Vimos que a escolha dos CQCs não estava na TV e fomos a shows de stand-up. O Rafinha, que já bombava no palco, foi o primeiro CQC brasileiro escolhido - revela Barredo. - Desde o começo, ele faria o "Proteste já" (quadro de denúncia do "CQC", no qual políticos e empresas são os alvos). E quem fizesse o "Proteste já" faria "A liga", pois são perfis similares, há um tipo de relato vivencial. Então, ele também foi o primeiro indicado para "A liga".

No ar desde o último dia 4, "A liga" tem apresentação, narração e reportagens de Rafinha, que divide as pautas investigativas com Débora Villalba, Rosanne Mulholland e Thaíde. Mais de dez anos depois de ter se formado em jornalismo na PUC-RS, ele confessa que fazer o programa lhe dá a sensação de "dever cumprido".

- Não quero me limitar a ser um jornalista sério, nem a ser um comediante. Os dois programas não se complementam como tais, mas me completam como profissional - analisa.

Não faço TV para ser paparicado. Faço porque é um veículo fascinante. Sempre quis me comunicar com muita gente

A dupla jornada, aliás, tem deixado o apresentador de 33 anos feliz e...exausto.

- Eu praticamente não durmo mais. Nas últimas semanas, saí do do "CQC" e fui gravar "A liga" na madrugada. As produções dos dois programas já estão tendo que desmembrar a minha madrugada!

Já suas manhãs, pelo menos quatro dias por semana, são ocupadas pelo "Proteste já", seu xodó:

- Eu realmente me envolvo. Já ouvi muitas frases como: "Você não sabe com quem está se metendo" ou "Eu sei onde você trabalha". Não quero passar a imagem de que sou o cara mais corajoso do mundo. Sou apenas um intermediador. Sempre tive vontade de cobrar das autoridades, e hoje posso fazer isso com a câmera de um programa conhecido.

Rafinha também gosta de causar (ou seria chocar?) na bancada que divide com Marcelo Tas e Marco Luque nas noites de segunda. Na passagem do roteiro, quando surge uma piada com tintas mais carregadas, ele chama a responsabilidade para si.

- Não gosto de chocar, mas gosto de brincar com esse limite estabelecido. Gosto de me colocar como o cara que tem liberdade de falar o que pensa. Quando alguém fica com pé atrás de falar alguma coisa porque é amiguinho de fulano, pego para mim e faço com prazer - diz ele.

Empenhado, Rafinha tenta respeitar a lista de nomes judicialmente proibidos de serem citados.

- Mas às vezes falo e às vezes cai processo. Já fui ao tribunal. É o preço de se fazer humor sem preconceito - pondera. - Na Band, posso fazer isso. Não fecho portas, mas pelas coisas que eu digo, não me vejo em uma emissora como a Globo.

O seu primeiro trabalho na televisão foi como produtor de um telejornal da Manchete, em Porto Alegre. Depois, apresentou um programa jovem, na TVE, e produziu outro sobre tecnologia na RBS. Nesse meio tempo, virou bicho de internet. Em 1998, quando morava nos EUA e jogava basquete universitário (o cara tem 2 metros de altura!), lançou a "Página do Rafinha", que virou hit na web. Não é de se espantar, portanto, que ele já tenha sido eleito o twitteiro mais influente do Brasil, segundo o Twitter Rank, que mede a popularidade dos perfis do microblog. Em março, ele ficou em primeiro lugar seguido por Ivete Sangalo e por Marco Luque.

- Ou seja: qual o valor disso? - desdenha. - Ranking não serve para nada. Só posso dizer que fico feliz em poder fazer TV e ter um link grande com o meu público através do meu Twitter.

Rafinha tem mesmo discurso e pose de marrento.

- Não tenho tempo e não gosto de fazer social. Não faço TV para ser paparicado. Faço porque é um veículo fascinante. Sempre quis me comunicar com muita gente - afirma - Sou uma pessoa de poucos, porém bons amigos. No "CQC", o Danilo Gentili é o cara mais próximo de mim. E Oscar Filho, com quem trabalho no Clube da Comédia.

Danilo sai em defesa do grande amigo - e futuro sócio. A dupla vai se lançar no ramo dos negócios com a inauguração de um comedy club, bar que mistura cerveja e comédia, em São Paulo.

- Rafinha é autêntico. Às vezes as pessoas acham que ele é grosso, arrogante, metido. Ele não é grosso, ele é gaúcho - resume Danilo, que segue a falar. - Outro dia ele brigou com a vizinha porque ela chamou os cachorros dele (dois pugs, o Walmor Chaguinhas e a Dercy) de feios. Ele defendeu os filhos, que são a cara dele, mas depois pediu desculpas. Ele tem bom coração.



FONTE: O GLOBO

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Vetados, Pânico e CQC fazem piada na porta; e jornalistas trocam figurinhas





“Dunga vai pagar o pato ou afogar o ganso?”, pergunta Sabrina Sato, apresentadora do “Pânico”, para Fátima Bernardes, apresentadora do “Jornal Nacional”. O diálogo ocorre à entrada do salão onde, poucos minutos depois, seria apresentada a lista da seleção brasileira para a Copa de 2010. Fátima entrou para assistir ao evento; Sabrina ficou de fora, barrada, assim como Rafael Cortez, do “CQC”.

Sem a presença dos humoristas, vetada a pedido de Dunga, diminuíram muito as opções de diversão das mais de três centenas de jornalistas presentes ao salão onde Dunga defendeu as suas escolhas. Durante a Copa, haverá restrições semelhantes – os humoristas não serão autorizados a questionar os jogadores.

Sobrou para os jornalistas presentes a opção de entrevistar os colegas estrangeiros, como o alemão Carsten Bruder, da rede ARD, que deu uma dezena de entrevistas para explicar que em seu país a convocação da seleção ocorre de forma protocolar. “É muito diferente”.

Outra opção foi visitar o ônibus da seleção, estacionado em frente ao hotel – programa de turistas, de atores da Globo hospedados no local e dos colegas da imprensa. “Faço isso sem medo de ser cafona”, dizia a atriz Tuna Dwek, do elenco de “Tempos Modernos”, enquanto fotografava o veículo. “Saí da escola, não tinha nada pra fazer, entrei no ônibus, para conhecer”, explicou Douglas Wellington da Silva, de 13 anos. “Na rua a gente não vê ônibus igual a esse”, observou.

Na falta do que fazer, enquanto aguardava a lista, um colega percorria o salão atrás de companheiros para trocar figurinhas do álbum da Copa. E um radialista abria os seus pacotinhos enquanto fazia um lanche.

Desde às 9h da manhã, cinegrafistas se posicionavam para colher as imagens da convocação. No fundo do salão, num pequeno palco, 26 câmeras estavam instaladas desde cedo. Outra dezena se espalhava pelas laterais do ambiente. A CBF informou ter credenciado cerca de 450 jornalistas para o evento. “Até a Al Jazira está aqui”, comentava, espantado, um colega da Globo, entrevistado pela TV PUC.

Empolgado, um radialista anunciava: “Os maiores jornalistas do Brasil estão aqui”. Enquanto isso, Sabrina Sato dançava de forma insinuante na frente dos seguranças, no esforço, mal-sucedido, de entrar. Já Rafael Cortez, mais desanimado, dizia: “Se isso (a proibição de entrar) faz bem para o capitão Dunga, tudo bem. Estou aqui para colaborar”.

No ritmo da era Dunga, Rodrigo Paiva, o assessor da CBF, disse que iria dar preferência, na hora da entrevista coletiva, aos jornalistas que acompanham a seleção brasileira há mais tempo – critério semelhante ao usado pelo técnico em sua convocação.

À medida que os nomes dos convocados apareciam no telão, os radialistas os repetiam em voz alta, num coro que arrancou riso dos presentes. Alguém disse “vergonha” depois do anúncio do nome de Josué. E houve aplausos para a convocação de Kleberson. Quando o nome de Grafite foi exibido, vários colegas cariocas falaram palavrões. “Seja o que Deus quiser”, disse um colega, conformado


FONTE: Diário da Manhã

sábado, 8 de maio de 2010

Rafael Cortez do CQC se queixa: "Todas elas perguntam do Gentili primeiro"




Ninguém melhor do que um ousado, irreverente e criativo repórter do "CQC" para ser mestre de cerimônia do Prêmio Abril de Publicidade, em turnê pelo Brasil. Na última segunda-feira (3), Rafael Cortez abriu a entrega de prêmios de Porto Alegre (RS) e na quinta-feira (6), esteve no Iate Clube do Rio de Janeiro, onde brincou dizendo que a ala feminina está interessada em outros dois integrantes do humorístico da Band.

“Todas elas primeiro querem saber se o apresentador é o Brad Pitt ou o Leonardo DiCaprio. Depois que elas ficam sabendo que se trata de um dos CQC, elas torcem para que sejam o Danilo Gentili, é claro. Ou o mais bobo, no caso do Marco Luque”, brincou Cortez.
"Pena que alguém resolve contar a verdade, falando que eu sou o apresentador."

Durante a apresentação, Rafael reuniu todas suas famosas gags, deixando de lado piadas sobre os cariocas ou seu carioquês. Mas o paulistano Cortez não pôde deixar de comentar o sotaque da Cidade Maravilhosa. "Descobri que eles começam todas as frases com 'Olha só'", disse.

Ele, que já trabalhou na Abril Digital, comentou um pouco sobre o universo publicitário com quem anda travando contato: "Eles são bem diferentes dos jornalistas. Eu noto que se os publicitários guardam para si as coisas, provavelmente porque são mais espertos e preservam informações confidenciais de mercado. Nós jornalistas não conseguimos ficar com a boca fechada!", brincou.


Rafael Cortez segue com apresentações no dia 12 de maio, na abertura de entrega do Prêmio Abril de Publicidade em Salvador (BA), e dia 19 em Belo Horizonte (MG).





quinta-feira, 6 de maio de 2010

A Band está interessada em exibir o “Plantão do Tas”, veiculado pelo Cartoon Network.

A Band está interessada em exibir o programete “Plantão do Tas”, veiculado atualmente no canal pago Cartoon Network. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, a emissora já teria iniciado as negociações com a direção do Cartoon.



Band quer exibir programete veiculado pelo Cartoon Network
Divulgação/Cartoon Network



O “Plantão do Tas” é comandado pelo apresentador do “CQC” Marcelo Tas e tem aproximadamente dois minutos de duração. O programete é veiculado pelo Cartoon desde dezembro de 2009. Nele, o jornalista aparece narrando notícias consideradas absurdas, em editorias como política, cidadania e meio-ambiente, com o objetivo de despertar o interesse das crianças por esses assuntos.


A atração é produzida pelo canal fechado em parceria com a produtora argentina Cuatro Cabezas, responsável pelo “CQC”. Essa não é a primeira experiência de Tas com o público infantil. Ele já esteve no elenco do “Rá-Tim-Bum” e “Castelo Rá-Tim-Bum”, ambos produzidos pela TV Cultura.